Numa Instituição que já ultrapassou as duas décadas de história várias têm sido as adaptações necessárias às questões que foram suscitando a melhor regência ao longo dos tempos. Os Corpos Sociais que serviram a Associação fizeram-no sempre com um sentido de missão norteados pelos princípios orientadores em vigor, convictos da relevância da vertente social da instituição e da necessidade de ser sempre respeitado as Leis Gerais do Estado a que estamos vinculados.

Com a privatização de várias áreas do Estado, as Associações Sociais não perderam relevância nas sociedades onde estavam integradas, tendo sempre existido um respeito mútuo entre a sociedade civil e o papel dessas mesmas Associações Sociais. Por razões diversas as Instituições Particulares de Solidariedade Social, independentemente da forma que revistam, assumiram, especialmente nas últimas décadas, uma nova dinâmica fruto das necessidades das pessoas, do envelhecimento das populações e das maiores fragilidades que imperativamente estão associadas a esse envelhecimento.

Ciente dessa realidade, o Estado quis dar um passo diferente e assumir de vez que as IPSS devem ser vistas e tratadas como parceiras em determinadas funções do Estado, nelas podendo protocolar, ou mesmo delegar, competências e não meras entidades sujeitas à sua tutela.

 

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